Advertisement

[Filme] Eu robô - máquinas podem ter sentimentos?



Sinopse:

Em 2035 a existência de robôs é algo corriqueiro, sendo usados constantemente como empregados e assistentes dos humanos. Os robôs possuem um código de programação chamado Lei dos Robóticos, que impede que façam mal a um ser humano. Esta lei parece ter sido quebrada quando o Dr. Miles aparece morto e o principal suspeito de ter cometido o crime é justamente o robô Sonny. Caso Sonny realmente seja o culpado, a possibilidade dos robôs terem encontrado um meio de quebrarem a Lei dos Robóticos pode permitir que eles dominem o planeta, já que nada mais poderia impedi-los de subjugar os seres humanos. Para investigar o caso é chamado o detetive Del Spooner (Will Smith) que, com a ajuda da Dra. Susan Calvin (Bridget Monayhan), precisam desvendar o que realmente aconteceu.

Trailer: 




O filme fala sobre uma realidade onde os robôs causam uma revolução e tomam consciência de sua existência. Esse tema já foi abordado no exterminador do futuro (mas nesse filme as máquinas tiveram mais sucesso). É muito interessante prestar atenção em detalhes de como o filme trás perguntas como: "será que as máquinas e a IA podem criar?"; "será que é possível que as máquinas simulem sentimentos tão reais que afetem suas decisões?". 

O que uma máquina nunca conseguirá fazer?

Na minha opinião, as máquinas criadas até o presente momento isolam algumas características humanas e tentam reconstruí-las. No entanto, o ser humano é muito mais complexo do que essas pequenas simulações e a computação precisará de muita evolução para conseguir reconstruir vários atributos nossos.

Acredito que um dos principais desafios é a comunicação (feita em linguagem natural). Mesmo que hoje existam várias tentativas de reconstruir nossa capacidade de comunicação, várias dessas tentativas conseguem resultados muito limitados. Por exemplo, o processamento de linguagem natural consegue perceber o quanto uma sentença pode ser negativa, positiva ou neutra. Claramente isso representa um avanço, sendo muito bom para corporações que desejam saber o feedback dos seus clientes. No entanto, percebe-se que é algo muito pontual e precisamos considerar que a linguagem vai muito além disso.

Imagine, por exemplo, como você poderia codificar um sistema que detectasse se você está sendo sarcástico? Nós humanos fazemos isso muito bem, porém, para que um programa aprenda isso é bastante complexo. Podemos ir além nessa reflexão, imagine outras características humanas como os sentimentos de amor, compaixão, empatia, tristeza... você já pensou como codificar isso?

Bom, ao menos no filme isso é possível... porém, estamos praticamente em 2021 e não estamos nem perto de ter essa tecnologia proposta no filme. 

Vale a pena ver esse filme!



Nenhum comentário

Conta pra mim sua opinião!

Fale comigo